Finanças Pessoais: quatro dicas para a saúde financeira

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No Brasil, não temos a educação financeira como parte do currículo na maioria das escolas, sejam elas públicas ou privadas.

Isso provoca uma série de problemas ao longo da vida, pois as pessoas não aprendem como gerenciar suas finanças.

Mas engane-se quem pensa que é preciso ser um economista ou administrador para ter uma saúde financeira satisfatória.

Organizar as receitas e despesas, os investimentos e ter um orçamento doméstico, garante segurança e possibilita a realização dos planos.

Siga essas quatro dicas e tenha sua vida financeira em ordem.

Organização, planejamento e acompanhamento

Acredite, o simples fato de anotar todas as suas receitas e despesas vai lhe trazer um benefício imediato.

Visto que, para saber onde cortar gastos, é preciso primeiro identificá-los e decidir se eles são ou não necessários.

Para isso, use planilhas que possam lhe ajudar a registrar receitas e despesas, bem como categorizar cada uma delas.

Em seguida, analise o que pode ser cortado e o que não pode, faça um orçamento dos gastos dos meses seguintes. Veja se estão de acordo com sua renda.

E acima de tudo, acompanhe. Não é preciso ser diariamente, comece mais simples e vá melhorando de acordo com a necessidade e o aprendizado.

Entenda que é a consistência em controlar suas finanças que vai te manter no caminho certo.

Elimine supérfluos e gastos desnecessários

Com o seu orçamento feito, é possível identificar despesas que estão drenando suas economias.

Comece separando as despesas em duas categorias, as fixas e as variáveis.

Atente-se que despesa fixa não é aquela com valor fixo, mas sim a que é recorrente ao longo do tempo. Exemplo, energia elétrica, aluguel, Internet etc.

Nesta categoria é mais difícil de cortar custos. Portanto, foque inicialmente nas despesas variáveis, que são as não recorrentes e/ou temporárias.

Quite e/ou renegocie suas dívidas

O passo mais importante para a saúde financeira de qualquer indivíduo é não ter dívidas.

Sabemos que muitas vezes não conseguimos evitar dívidas, imprevistos acontecem. Entretanto, devemos ter a consciência de que isso deve ser passageiro e tratado com o devido cuidado.

Pois é muito fácil se envolver e afundar num mar de contas e mais contas para pagar.

Caso não consiga saldar todos os débitos, procure renegociar e/ou buscar dívidas “mais baratas”.

Lembre-se, as instituições financeiras querem receber e não te afogar em juros que o levem ao ponto de se tornar inadimplente.

Desenvolva sua inteligência financeira

Poucas coisas trarão mais resultado nas suas finanças do que desenvolver sua inteligência financeira.

Entender o básico sobre organização de finanças, orçamento doméstico e investimentos é o suficiente.

Não se prenda a pensamentos de que é preciso ser um gênio das finanças, economista ou especialista para atingir seus objetivos financeiros.

Comece simples, aprenda, pratique e evolua. Com o tempo vai se tornando mais descomplicado lidar com tudo isso.

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