Ibovespa retrai 3,44% em agosto e perde os 100 mil pontos; nos EUA bolsas batem máxima

0 166
Bolsa interrompe uma sequência de alta que vinha desde março, quando caiu 30% por conta da crise do coronavírus

Com o fechamento desta segunda-feira (31), o Ibovespa encerra o mês com uma perda acumulada de 3,44%. É a primeira retração mensal do índice desde março, quando chegamos a ter seis circuit breakers em apenas oito pregões.

Questões políticas como a Reforma Tributária e a saída de parte da equipe econômica comandada por Paulo Guedes, contribuíram para o desempenho ruim.

A de se salientar, também, que boa parte dos resultados trimestrais das empresas brasileiras foram divulgados no mês. O que de certa forma chacoalhou as cotações.

Outro ponto de atenção, é que é de certa forma natural uma correção nos papeis dado uma sequencia grande de altas. Muitos investidores aproveitam para realizar lucros e, consequentemente, o valor das ações cai.

Otimismo nos EUA

Na contramão da nossa bolsa, os mercados americanos fecharam o mês em alta. O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque ficou positivo em 7,57%.

Já no S&P 500, índice que representa uma carteira teórica com as 500 maiores ações da NYSE, ficou em 7%.

E, para o que já não é nenhuma surpresa, o maior incremento foi da Nasdaq com 9,58%. Puxada principalmente pelas ações das big techs norte-americanas, Amazon, Google, Microsoft, Apple e Facebook.

Para o Dow Jones, essa foi a maior rentabilidade para agosto desde 1984. Bem como para o S&P500, que não tinha esse mês tão bom desde 1986.

Parte do otimismo se deve aos sinais dados pelo FED, banco central dos Estados Unidos, em manter as taxas de juros próximas de zero.


Gostaria muito de saber sua opinião sobre o assunto. Deixe um comentário logo abaixo.

Até a próxima!

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.