Qual a diferença entre financiamento e empréstimo

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Como funciona o empréstimo e financiamento, e qual a diferença entre esses dois produtos oferecidos pelas instituições financeiras

Apesar de serem bem comuns no mercado brasileiro, poucos sabem qual a real diferença entre um financiamento e um empréstimo.

Seja para comprar uma casa ou quitar dívidas, em ambos os casos há contrato onde uma parte cede dinheiro a outra em troca de um prêmio e, existem duas condições básicas a serem definidas nos termos:

  • Qual a finalidade/uso do dinheiro tomado
  • Qual a garantia dada

E são exatamente nelas que se encontra a distinção entre os dois tipos de produto.

Como funciona um financiamento

Em um financiamento, existe um destino específico para o uso dos recursos tomados de um instituição, bem como uma garantia para caso o contrato não seja honrado.

Por exemplo, um financiamento imobiliário feita com a Caixa, obrigatoriamente a destinação do valor levantado deve ser usado na aquisição de um imóvel, que, nesse caso, também entra como garantia.

Caso o devedor não cumpra com o acordado, a Caixa pode executar a dívida levando o bem em garantia a leilão e, assim, recuperando parte ou todo o capital financiado.

Outro exemplo, é o financiamento para compra de veículos, onde a finalidade também é predeterminada e o bem adquirido entra como garantia.

Nos dois exemplos, as instituições se protegem alienando-se os bens, ou seja, a posse deles permanecem com os devedores enquanto a propriedade é dos credores até findar-se o contrato.

Como funciona um empréstimo

Para a modalidade de empréstimo, a finalidade do dinheiro recebido não importa muito. E, apesar de algumas vezes os clientes terem de informar o uso, é apenas uma forma para avaliação de riscos.

Na sua grande maioria, empréstimos não precisam de garantias, o que, é claro, acaba por tornar suas taxas mais altas, visto que a chance de inadimplência e a não recuperação dos recursos ser bem maior.

No mercado temos alguns tipos de empréstimos, tais como o CDC (crédito direto ao consumidor), o pessoal e os consignados. Cada um com suas particularidades.

Na avaliação para concessão dos valores requisitados, os bancos e financeiras usam o seu score bancário para estabelecer a taxa. Que nada mais é do que um indicador do sua capacidade de pagamento e sua propensão a inadimplência.

Qual a melhor modalidade?

Para responder essa pergunta, é precisa voltar aos dois itens que citamos logo no início.

Mas via de regra, para aquisição de bens materiais de grande valor, financiamentos são mais atrativos, por suas taxas menores devido as garantias fiduciárias envolvidas.

Já os empréstimos, são uma opção mais indicada para quando se precisa de um montante para quitar uma dívida mais cara ou cobrir algum gasto inesperado e/ou urgente.


E você, já conhecia as diferenças entre esse dois produtos financeiros?

Deixe suas dúvidas nos comentários.

Um abraço e até a próxima!

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